terça-feira, 30 de novembro de 2010

O QUE É ISSO?! UMA NAVE?!

O QUE É ISSO?
SERÁ QUE É...
UMA NAVE? Um Furacão? Um Tornado? POSEIDON e ZEUS lutando?

É que duvida em!

E ai consegui viajar na imaginação com está imagem?!

      Algo tão belo não é mesmo? Mas veja isso que te mostro é não é apenas uma foto. É a foto de uma nuvem, é realmente uma nuvem de trovoada impressionante chamada super-célula.
     Como Ocorre este tipo de trovoada é definida como uma trovoada com a rotação de corrente de ar ascendente, chamada mesociclone. A maior deferença entre trovoadas super-células e multi-células é o elemento de rotação em super-células. O mesociclone é responsável pelas principais diferenças de super-células das de outros tipos de trovoadas fracas. Como qualquer tipo de trovoada, uma super-célula precisa de ar úmido e quente nos niveis baixos da atmosfera elevando-se num ambiente instável. Para tornar-se uma super-célula, uma trovoada precisa de ventos fortes de direções diversas em altitudes diferentes entrando na nuvem. A combinação de velocidades e cisalhamento de vento permite a rotação do ar elevado.
       O mesociclone eventualmente inclina-se, permitindo a elevação do ar e a caida de precipitação lado a lado, sem interrupção. Por esta razão, super-células podem existir por muitas horas e caminhar centenas de quilômetros. A rotação do ar elevando-se dentro do mesociclone ajuda o potencial de tornados. Durante a erupção de tornados no 3 de Abril de 1974 nos Estados Unidos, uma super-célula produziu 8 tornados atraves dos estados de Illinois e Indiana. Em algumas circunstâncias, trovoadas super-células não produzem tornados, mesmo com a presença de um mesociclone.
      Então existem algumas condições ideais para a ocorrência de uma super-célula, uma delas é verificar que os ventos mudaram de direção em altura, rodando para a direita, no sentido horário. Por exemplo , numa mudança de direção o vento pode ser de sul à superfície e de oeste a 15,000 pés, e também é possível frequentemente visualizar a rotação da tempestade.
       No caso desta foto é uma nuvem de trovoada super-célula que foi fotografada em julho  a oeste de Glasgow, Montana, EUA. e durou varias horas antes de prosseguir
Espero que tenham GOSTADO!


...

Será?! Vale a pena ler...

    Segundo um dos clubes de astronomia 2010 eles dizem que nos últimos cálculos da Universidade de Sussex, no reino Unido,  vem realizando estudos que prevêem que a Terra será destruída pelo Sol daqui a7,6 mil milhões de anos.  
     A pesquisa foi publicada no último número da revista científica  Astrophysic e corrige previsões anteriores, em que o planeta seria capaz de escapar à morte do Sol.Estes resultados foram baseados em novos estudos sobre a evolução de estrelas semelhantes ao Sol, baseados em dados obtidos com os telescópios espaciais de última geração. A equipa  de cientistas liderada pelo astrónomo Robert Smith defende que a estrela, quando se esgotar o hidrogénio do núcleo solar, perderá a força para manter coesas as camadas exteriores. O Sol ficará então 250 vezes 
maior e “engolir” a Terra. “Só se entretanto passar um asteróide e afastar a Terra da órbita actual e que o nosso planeta escapará”, disse o cientista.
     Nessa altura, a humanidade já terá extinguido ou viajado para outra zona da galáxia. Até porque as previsões indicam que dentro de mil milhões de anos o Sol vai começar a aquecer, causando a evaporação gradual dos oceanos e um gigantesco efeito de estufa. Então, já a Terra será um planeta ultra-seco, quente e inabitável.

sábado, 27 de novembro de 2010

Confirmado AR com OXIGÊNIO em Lua de Saturno

     Segundo GIULIANA MIRANDA, a Terra ganhou uma companheira na galeria dos corpos celestes com forte presença de oxigênio na atmosfera. Astrônomos anunciaram que Reia --segundo maior dos 62 satélites de Saturno-- tem o gás. Embora haja indícios claros da presença de oxigênio em outros planetas e satélites (como Europa, lua de Júpiter), a maioria dessas conclusões se baseia em observações indiretas, como as do Telescópio Espacial Hubble.Desta vez, a sonda não tripulada Cassini, da Nasa, conseguiu de fato coletar o gás. A descoberta será publicada numa edição futura da revista "Science".Para isso, ela sobrevoou o satélite a uma distância de apenas 97 quilômetros. Em termos espaciais, isso significa que o dispositivo "passou raspando" sobre a lua. A quantidade de oxigênio presente em Reia, no entanto, é muito inferior à que existe na Terra. A atmosfera detectada pela Cassini, composta de oxigênio e dióxido de carbono (CO2), é extremamente rarefeita, devido à baixa densidade e à massa pequena do satélite, entre outros fatores.A capacidade de um corpo assim conseguir reter gases e formar uma atmosfera, aliás, foi um dos aspectos que mais intrigaram os cientistas. Normalmente, os corpos celestes que possuem atmosfera costumam ser mais densos.A densidade do nosso planeta, por exemplo, é de aproximadamente 5,5 g/cm3, enquanto à de Reia não passa de 1,2 g/cm3. Isso significa que o satélite é apenas um pouco mais denso do que a água, que tem 1 g/cm3.
DESABITADO
    Embora a composição química de Reia seja teoricamente favorável à vida --além do oxigênio recém descoberto, ela é composta principalmente de água no estado sólido--, o cientista que comandou o trabalho afirma que essa possibilidade é remota.
"Todas as evidências da Cassini indicam que Reia é muito fria e desprovida de água em estado líquido, o que é necessário para a vida como a conhecemos", disse Ben Teolis, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, no Texas (EUA), em entrevista ao jornal britânico "Guardian".
     Roberto Costa, professor do IAG (Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP), também duvida da existência de vida no satélite de Saturno."Essa descoberta não tem realmente nada a ver com vida. Saturno está fora do cinturão de habitabilidade. Ou seja, não tem água na fase líquida. Essas novas informações são realmente muito importantes, mas do ponto de vista do estudo da formação do Universo."
     Apesar de terem detectado a atmosfera, os cientistas ainda estão desenvolvendo (muitas) hipóteses para explicar sua formação. O oxigênio parece ser formado com a "quebra" do gelo presente no satélite, devido à influência magnética de Saturno.O dióxido de carbono também pode ter vindo do gelo, ou ainda ter sido depositado por materiais ricos em carbono que chegaram com o choque de minúsculos meteoros, entre outras possibilidades.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Listra escura que havia "desaparecido" de Júpiter deve voltar

      
              Novas imagens obtidas pela Nasa (agência espacial americana) mostram que uma das faixas de Júpiter, que havia "desaparecido" na última primavera, começa a mostrar sinais de um retorno. As novas observações vão ajudar os cientistas a compreender melhor a interação entre os ventos de Júpiter e da química das nuvens

        No início deste ano, astrônomos amadores notaram que uma longa listra marrom-escura, conhecida como Cinturão Equatorial Sul, ao sul do equador de Júpiter, virou branco.
Porém, no início de novembro, o astrônomo amador Christopher Go, das Filipinas, viu um ponto extraordinariamente brilhante na área branca do que já foi a linha escura. O fenômeno despertou o interesse de cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, na Califórnia.

           Após observações de acompanhamento no Havaí, os cientistas agora acreditam que a listra escura está prestes a retornar.
         A plataforma da nuvem branca que parecia cobrir a listra é composta de gelo de amônia branco.Quando as nuvens brancas flutuam em uma altitude maior, elas obscurecem o material marrom, que flutua em uma menor altitude. Essa mudança extrema na aparência do planeta, que acontece de tempos em tempos, só tem sido vista com o Cinturão Equatorial Sul, tornando-o único com Júpiter e todo o sistema solar.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quinteto de Stephan

            O Quinteto de Stephan é destaque na presente de captura de imagem de olho construída com dados extraídos do extenso Hubble Legacy Archive. Ele esta a cerca de 300 milhões de anos-luz de distância. O homem impar para fora é fácil identificá-las, no entanto. Os quatro galáxias interagindo (NGC 7319, 7318A, 7318B e 7317) têm uma cor amarelada elenco global e tendem a ter distorcido loops e caudas, cresceu sob a influência perturbadores de marés gravitacionais. Mas a maior galáxia azulada, NGC 7320, está muito mais perto do que os outros. As estrelas individuais na galáxia em primeiro plano pode ser visto na visão do Hubble afiada, insinuando que ele é muito mais do que os outros. Quinteto de Stephan's encontra-se dentro dos limites do vôo elevado constelação de Pégaso.


Uma estrela massiva em NGC 6357

        A NGC 6357 está  formando algumas das estrelas mais maciças do que nunca se viu as  razões desconhecidas o porque de ser tão maciça Uma estrela, perto do centro da NGC 6357, está enquadrado acima esculpindo o seu próprio castelo interestelar com a sua luz energética ao redor de gás e poeira. Na maior nebulosa, os intrincados padrões são causadas por interações complexas entre os ventos interestelares,  as pressões de radiaçãocampos magnéticos de gravidade. O brilho global  nebulosa da emissão de luz de ionizado o hidrogênio do gás. Próximo mais evidente da pata do gato nebulosa , NGC 6357 abriga o aglomerado estelar aberto Pismis 24, que abriga muitas dessas estrelas azuis brilhantes e muito. A parte central da NGC 6357 mostra abrange cerca de 10 anos-luz e fica a cerca de 8.000 anos-luz de distância na direção da constelação do Escorpião.

Crédito: NASAESA e Apellaniz JM (IAA, Spain)



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